
Você também aprecia uma boa metamorfose do antes e depois tanto quanto eu?
O que é que nós adoramos?
A imagem do patinho feio de uma habitação/deque/móvel sem vida, pedindo por uma nova existência, toca algo dentro de nós.

Por que isso nos cativa tanto?
Creio que talvez seja pois isso nos proporciona esperança.
E a permissão para sonhar.
Porque, em muitos momentos, nossa vida cotidiana é verdadeiramente árdua.

Na realidade, mais do que frequentemente. E “difícil” simplesmente não captura a essência de alguns daqueles dias especialmente dolorosos, não é mesmo?
Creio que, no íntimo de cada um de nós, há o anseio de manter a fé de que podemos ser melhores, mais robustos, mais felizes, mais incríveis.
Passamos nosso tempo explorando a internet e o Pinterest em busca de inspiração.

(Vamos lá. Vocês sabem que também fazem isso! Você pode me acompanhar aqui!)
O que talvez não percebamos é que tudo o que necessitamos já está dentro de nós, um presente de um Deus caridoso.
Força. Beleza. Determinação. Paixão. Visão.

Se eu for franca, confesso que estou exausta e bastante desmotivada.
A vida tem me testado consideravelmente e eu não me sinto muito robusta, determinada, apaixonada e, com certeza, nem tão bela assim.

Contudo, quando passo tempo no nosso sonho de deque, olho ao redor para toda a bagunça descartada na calçada, os achados de brechó ou de feira e vejo a nova vida que eles trazem para nosso prazer ao ar livre.
Sinto uma pequena fagulha de esperança reacender em mim.
Minha casa não é uma residência de revista. A Better Homes and Gardens não está batendo à minha porta para a próxima edição (embora isso ainda esteja na minha lista de desejos!)
Meu lar é um refúgio, e nosso deque é a realização de um sonho. Jamais teria imaginado toda a alegria que esse pequeno trecho de propriedade traria no ano desde que foi criado.
Nossos tesouros rústicos e marcados pelo tempo são bastante semelhantes a estes músculos e ossos meus, envelhecendo apesar da minha esperança de permanecer jovem.












